Cinco pessoas foram presas por assalto a um caixa eletrônico em Ibicuitinga, na Região do Baixo Jaguaribe, nesta sexta-feira, 2. Outras dez continuam foragidas.
De acordo com informações da delegacia do município, foram presos Francisco Anderson Maia Chaves, 24, Maria Helena Aquino Lopes, 38, e José Diego Cavalcante Nobre, 26.
Um dos presos, Rone Wellington Rabelo Nascimento, 30, responde por cinco assaltos, dois furtos e dois homicídios. Já Francisco Clenilson Rabelo da Silva, 29, responde por um homicídio.
A ação está acontecendo desde as 2h da manhã. Segundo a Polícia, foram apreendidos um EcoSport, de cor preta, uma moto do modelo Fan 125, também preta, e um Corolla, de cor prata, roubado em Fortaleza, no último dia 16. O carro estaria com a placa de um Siena, também roubado.
Ainda de acordo com a Polícia, o restante da quadrilha fugiu em direção a Morada Nova em dois veículos, um Fiat Uno modelo novo, na cor preta, e um Pálio, de cor escura. Os assaltantes foragidos ainda estão sendo identificados.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
FUNCIONÁRIA MORTA DURENTE ASSALTO EM LOJA DE JUAZEIRO DO NORTE
Uma funcionária morreu em um assalto em uma loja de bijuterias de Juazeiro do Norte, região do Cairiri, na manhã desta sexta-feira, 2.
O crime ocorreu por volta das 8h40, no bairro Santa Tereza. De acordo com o delegado Gustavo Pernambuco, dois homens armados chegaram ao estabelecimento e anunciaram o assalto. O proprietário, também armado, reagiu e houve troca de tiros.
A vendedora Kyara Vasques Silva, 24, foi atingida na cabeça e morreu no local. Segundo o delegado, a perícia está neste momento trabalhando para saber de que arma foi disparado o tiro que matou a vítima.
Os assaltantes fugiram em um veículo não identificado. A Polícia ainda está investigando se algo foi roubado do estabelecimento.
MUNICIPIO DE MARCO NÃO TEM DELEGACIA CIVIL: NPE PEDE INSTALAÇÃO
O município de Marco, a 234,5 Km de Fortaleza, tem apenas uma unidade policial, composta por sete policiais militares. O mesmo prédio onde o equipamento funciona também serve de cadeia pública e de delegacia de Polícia Civil. Diante da situação, o Ministério Público do Estado do Ceará (MPE) solicitou a construção de um prédio onde funcione a delegacia de Polícia Civil no município.
De acordo com o promotor de Justiça da comarca de Marco, Aureliano Rebouças Júnior, quando se tem um flagrante ou uma ocorrência mais grave, quem faz o trabalho da Polícia Civil é a delegacia regional de Polícia Civil em Acaraú, em virtude da deficiência do serviço em Marco.
A ação do MPE requer a destinação de verba suficiente para a construção da delegacia de Polícia Civil de Marco, obrigando o Estado do Ceará a criar e manter a delegacia, com toda a estrutura operacional que deve acompanhá-la, a ser concluída no prazo máximo de um ano. Além disso, deverá ser designado um delegado de Polícia, um escrivão e inspetores concursados, que atuem, exclusivamente, naquele município.
Viaturas apropriadas para o policiamento de Marco, com dotação suficiente de combustível diário, tanto à Polícia Civil quanto à Polícia Militar também foram solicitadas pelo MPE.
De acordo com o promotor de Justiça da comarca de Marco, Aureliano Rebouças Júnior, quando se tem um flagrante ou uma ocorrência mais grave, quem faz o trabalho da Polícia Civil é a delegacia regional de Polícia Civil em Acaraú, em virtude da deficiência do serviço em Marco.
A ação do MPE requer a destinação de verba suficiente para a construção da delegacia de Polícia Civil de Marco, obrigando o Estado do Ceará a criar e manter a delegacia, com toda a estrutura operacional que deve acompanhá-la, a ser concluída no prazo máximo de um ano. Além disso, deverá ser designado um delegado de Polícia, um escrivão e inspetores concursados, que atuem, exclusivamente, naquele município.
Viaturas apropriadas para o policiamento de Marco, com dotação suficiente de combustível diário, tanto à Polícia Civil quanto à Polícia Militar também foram solicitadas pelo MPE.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
PRESOS FOGEM DO IPPOO I
Um grupo de presos fugiu na noite desta quinta-feira, 1, do Instituto Penal Professor Olavo Oliveira I (IPPOO I). A primeira informação, fornecida pelo coordenador do Sistema Penitenciário do Estado, Bento Laurindo, é de que três presos teriam sido vistos deixando o local. Mas o número pode ser ainda maior.
Dois presos, segundo Laurindo, já foram recapturados. Ele ainda afirmou que haverá um trabalho de diligência no local.
Anda segundo o coordenador do Sistema Penitenciário, os presos fugiram abrindo uma brecha no muro ao lado da Avenida dos Expedicionários.
Dois presos, segundo Laurindo, já foram recapturados. Ele ainda afirmou que haverá um trabalho de diligência no local.
Anda segundo o coordenador do Sistema Penitenciário, os presos fugiram abrindo uma brecha no muro ao lado da Avenida dos Expedicionários.
CASAL MORRE EM COLISÃO NA BR-114
Um casal morreu às 13h30 da tarde desta quinta-feira, 1º, no quilômetro 162 da BR-116, em Russas, no Vale do Jaguaribe. Eles estavam em uma motocicleta que colidiu na traseira de um caminhão eacabaram morrendo no local.
Segundo informações de Ricardo Torres, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o condutor da motocicleta foi identificado como Johny David Rodrigues, de 19 anos, e a mulher que estava na garupa era Hiutamara Soares lima, de 20 anos.
Após o acidente, populares tentaram linchar o caminhoneiro, mas foram contidos pela PRF, que chegou ao local e levou o condutor do caminhão para a Delegacia Regional de Russas, onde prestou depoimento.
ACUSADA DE FRUTAR JOIAS EM VÁRIOS ESTADOS É PRESA EM FORTALEZA
Uma mulher acusada de furtar joias em vários estados foi presa em flagrante em Fortaleza na última quarta-feira, 31. De acordo com informações do delegado Francisco Porto, titular do 2º Distrito Policial, em Fortaleza a mulher havia furtado várias joias de alto valor. Ao todo, avaliadas em R$ 30 mil a R$ 40 mil apenas na Capital.
A acusada é a baiana Bárbara Cássia de Souza Santos, 29. De acordo com o delegado, ela praticou o mesmo crime em Salvador e Camaçari, na Bahia; em Confins, Minas Gerais; e Aracaju, Sergipe. ''Ela viajava de um canto para outro para praticar os crimes'', informou o delegado,
Francisco Porto informou ainda que, além da mulher, foi preso um suposto receptador das joias furtadas. Ele atuava em um comércio da rua Guilherme Rocha, centro da Capital. O suspeito, Janilson Valadares da Silva, 25, está preso no 2º Distrito Policial.
Segundo o delegado, a mulher chegava nos estabelecimentos informando que queria comprar joias caras. Ela pedia para ver os produtos e, numa distração dos vendedores, furtava as joias sem ser notada.
A Polícia investiga a mulher desde a primeira quinzena de julho, quando a dona de um ateliê na Aldeota informou que teve furtado um par de brincos, avaliado em cerca de R$ 4 mil, e um anel, de R$ 6 mil. Após esta ocorrência, segundo o delegado Francisco Porto, outros três comerciantes foram à delegacia relatar furto de jóias. A Polícia chegou à mulher com ajuda de imagens de segurança das lojas.
A mulher foi presa nas proximidades do shopping Del Paseo, bairro Aldeota, onde possivelmente ia praticar novo furto, segundo o delegado. Francisco Porto informou ainda que a Bárbara está detida na Delegacia de Capturas.
A acusada é a baiana Bárbara Cássia de Souza Santos, 29. De acordo com o delegado, ela praticou o mesmo crime em Salvador e Camaçari, na Bahia; em Confins, Minas Gerais; e Aracaju, Sergipe. ''Ela viajava de um canto para outro para praticar os crimes'', informou o delegado,
Francisco Porto informou ainda que, além da mulher, foi preso um suposto receptador das joias furtadas. Ele atuava em um comércio da rua Guilherme Rocha, centro da Capital. O suspeito, Janilson Valadares da Silva, 25, está preso no 2º Distrito Policial.
Segundo o delegado, a mulher chegava nos estabelecimentos informando que queria comprar joias caras. Ela pedia para ver os produtos e, numa distração dos vendedores, furtava as joias sem ser notada.
A Polícia investiga a mulher desde a primeira quinzena de julho, quando a dona de um ateliê na Aldeota informou que teve furtado um par de brincos, avaliado em cerca de R$ 4 mil, e um anel, de R$ 6 mil. Após esta ocorrência, segundo o delegado Francisco Porto, outros três comerciantes foram à delegacia relatar furto de jóias. A Polícia chegou à mulher com ajuda de imagens de segurança das lojas.
A mulher foi presa nas proximidades do shopping Del Paseo, bairro Aldeota, onde possivelmente ia praticar novo furto, segundo o delegado. Francisco Porto informou ainda que a Bárbara está detida na Delegacia de Capturas.
PROPRIETÁRIO DE EMPRESA INVESTIGADANA OPERAÇÃO PROVICIA II PRESTA DEPOIMENTO
O proprietário de uma das empresas de locação de veículos investigadas pela operação Província II, da Polícia Federal, presta depoimento na manhã desta quinta-feira, 1º, na Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap).
Francisco Reginaldo Rodrigues Nunes é proprietário da empresa de razão social Francisco Reginaldo Rodrigues ME, cuja suposta participação é investigada em suposto esquema de fraudes de licitações nas prefeituras de Ibiapina, São benedito e Tianguá, na serra da Ibiapaba.
Francisco é o primeiro a depor na Procap durante as investigações. Ele teve prioridade por motivos de saúde. Outras pessosas serão ouvidas à tarde. A previsão é que todos os depoimentos sejam colhidos até a próxima sexta-feira, 2.
Na operação de ontem, 12 dos 13 mandados de prisão expedidos pela Polícia foram cumpridos. Entre os presos estão Gilberto Moita Filho e Vitor de Castro Moita, ambos filhos do ex-prefeito do município de Tianguá, Gilberto Moita. Uma pessoa ainda não foi presa, porque havia viajado para o Piauí.
Francisco Reginaldo Rodrigues Nunes é proprietário da empresa de razão social Francisco Reginaldo Rodrigues ME, cuja suposta participação é investigada em suposto esquema de fraudes de licitações nas prefeituras de Ibiapina, São benedito e Tianguá, na serra da Ibiapaba.
Francisco é o primeiro a depor na Procap durante as investigações. Ele teve prioridade por motivos de saúde. Outras pessosas serão ouvidas à tarde. A previsão é que todos os depoimentos sejam colhidos até a próxima sexta-feira, 2.
Na operação de ontem, 12 dos 13 mandados de prisão expedidos pela Polícia foram cumpridos. Entre os presos estão Gilberto Moita Filho e Vitor de Castro Moita, ambos filhos do ex-prefeito do município de Tianguá, Gilberto Moita. Uma pessoa ainda não foi presa, porque havia viajado para o Piauí.
POLICIA ESTOURA LOCAL ONDE ERA ARMAZENADO EQUIPAMENTO PARA ASSALTO A BANCOS
Explosivos, forte armamento e ferramentas para arrombamento de caixas eletrônicos foram apreendidos na tarde desta quinta-feira, 1º, em uma residência no município de Independência, a 309 Km de Fortaleza.
Segundo informações do comandante do 7º Batalhão da PM de Crateús, coronel Izaías Ferreira, a apreensão foi feita após denúncia anônima de populares de que havia movimentação estranha no local e em uma loja de celulares identificada como Alô Cel.
Ao chegar aos endereços, a Polícia se deparou com pelo menos 10 bananas de dinamite, maçaricos, alavancas, pés de cabra, luvas, um cofre, um fuzil 762, carregadores de fuzil e de pistola e um computador. Para a Polícia, todo o equipamento seria utilizado em um possível assalto à agência do Bradesco do Município.
A ação estaria sendo planejada pelo proprietário da loja de celulares, suspeito de chefiar quadrilha especializada em assaltos a bancos no Ceará.
Segundo informações do comandante do 7º Batalhão da PM de Crateús, coronel Izaías Ferreira, a apreensão foi feita após denúncia anônima de populares de que havia movimentação estranha no local e em uma loja de celulares identificada como Alô Cel.
Ao chegar aos endereços, a Polícia se deparou com pelo menos 10 bananas de dinamite, maçaricos, alavancas, pés de cabra, luvas, um cofre, um fuzil 762, carregadores de fuzil e de pistola e um computador. Para a Polícia, todo o equipamento seria utilizado em um possível assalto à agência do Bradesco do Município.
A ação estaria sendo planejada pelo proprietário da loja de celulares, suspeito de chefiar quadrilha especializada em assaltos a bancos no Ceará.
OS MAGISTRADOS NÃO TÊM VOCAÇÃO PARA MÁRTIRES
A meaças telefônicas, intimidações, invasões de residência, planos de execução. Na rotina de muitos juízes e promotores cearenses, principalmente os que atuam no Interior do Estado, o clima é de insegurança e ansiedade. As entidades representativas das categorias não dispõem de números precisos sobre o tema. E mesmo um levantamento recente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não dá conta da realidade no Ceará. Por isso, é difícil traduzir em números a apreensão vivida por esses profissionais no exercício de suas funções. No entanto, a Associação Cearense de Magistrados (ACM) registra vários casos do gênero ao longo dos últimos anos.
A maior parte das ameaças tem sido dirigida a juízes que atuam no Interior do Estado. Os casos mais frequentes têm ocorrido nas regiões dos Inhamuns e do Vale do Jaguaribe - onde recentemente uma juíza de Tabuleiro do Norte teve de ser transferida em caráter protetivo depois de sofrer uma ameaça de morte por parte de um grupo criminoso da região, conforme O POVO noticiou ontem. “O que se percebe é que nas regiões onde atuam organizações criminosas, há um comportamento recorrente de buscar intimidar a atuação do aparelho repressivo do Estado”, comenta o presidente da ACM, Marcelo Roseno.
Entre os registros da Associação, há denúncias de ameaças telefônicas, algumas delas relatando a existência de planos arquitetados para matar juízes, além de invasões a residências oficiais durante ausências ocasionais dos magistrados e seus familiares. “Penso que a ação do Estado deve ser a de apoiar o magistrado. Do contrário, uma atitude de intimidação que atinja o objetivo redundará na própria ausência do Estado. O Judiciário não recua diante de ameaças, todavia os magistrados não têm vocação para mártires”, defende Roseno. “Somos pessoas comuns, com famílias constituídas e precisamos do apoio do sistema de segurança para que possamos desempenhar nosso papel”.
Ao longo da última semana, O POVO conversou com mais de uma dezena de profissionais do Ministério Público e do Judiciário, com atuações no Interior e na Capital. É praticamente unânime, entre essas categorias, o sentimento de que é muito frágil o aparato de segurança disponibilizado para juízes e magistrados. A precariedade da estrutura nos fóruns do Interior é uma das principais preocupações. Há relatos de que furtos são frequentes em determinadas comarcas. Em outras, o acesso às salas do promotor e do juíz se dá de forma indiscriminada e sem nenhum acompanhamento policial. O funcionamento dos fóruns no mesmo prédio do Banco do Brasil em algumas cidades do Interior também virou motivo de preocupação em função dos casos recentes de assaltos às agências bancárias.
“Se eu for ameaçado, dificilmente procurarei a Procuradoria Geral de Justiça porque a proteção simplesmente não existe”, afirma um promotor com experiência na área criminal em Fortaleza e Maracanaú. “Nunca fui ameaçado, mesmo enfrentando grupos de extermínio. Mas não há, no estado brasileiro, proteção adequada a autoridades ameaçadas. O Estado não tem aparato para isso”.
Insatisfação
Um profissional com atuação no Vale do Jaguaribe diz que, por conta da comoção envolvendo a morte da juíza Patrícia Acioli, assassinada no último dia 11 no Rio de Janeiro, é necessário separar o que realmente é ameaça daquilo que não passa de insatisfações cotidianas ao trabalho do Ministério Público e da Justiça - que vão desde discursos inflamados nas rádios a pronunciamentos de parlamentares. “(As insatisfações) são mais comuns e geralmente sem a conotação de risco efetivo à segurança do promotor. Conheço os casos e colegas, e por isso recomendo a distinção.
Particularmente já sofri com insatisfações quanto à minha atuação, muitos sofreram, mas nunca fui diretamente ameaçado. É preciso falar sobre o assunto de maneira menos apaixonada”, defende.
A maior parte das ameaças tem sido dirigida a juízes que atuam no Interior do Estado. Os casos mais frequentes têm ocorrido nas regiões dos Inhamuns e do Vale do Jaguaribe - onde recentemente uma juíza de Tabuleiro do Norte teve de ser transferida em caráter protetivo depois de sofrer uma ameaça de morte por parte de um grupo criminoso da região, conforme O POVO noticiou ontem. “O que se percebe é que nas regiões onde atuam organizações criminosas, há um comportamento recorrente de buscar intimidar a atuação do aparelho repressivo do Estado”, comenta o presidente da ACM, Marcelo Roseno.
Entre os registros da Associação, há denúncias de ameaças telefônicas, algumas delas relatando a existência de planos arquitetados para matar juízes, além de invasões a residências oficiais durante ausências ocasionais dos magistrados e seus familiares. “Penso que a ação do Estado deve ser a de apoiar o magistrado. Do contrário, uma atitude de intimidação que atinja o objetivo redundará na própria ausência do Estado. O Judiciário não recua diante de ameaças, todavia os magistrados não têm vocação para mártires”, defende Roseno. “Somos pessoas comuns, com famílias constituídas e precisamos do apoio do sistema de segurança para que possamos desempenhar nosso papel”.
Ao longo da última semana, O POVO conversou com mais de uma dezena de profissionais do Ministério Público e do Judiciário, com atuações no Interior e na Capital. É praticamente unânime, entre essas categorias, o sentimento de que é muito frágil o aparato de segurança disponibilizado para juízes e magistrados. A precariedade da estrutura nos fóruns do Interior é uma das principais preocupações. Há relatos de que furtos são frequentes em determinadas comarcas. Em outras, o acesso às salas do promotor e do juíz se dá de forma indiscriminada e sem nenhum acompanhamento policial. O funcionamento dos fóruns no mesmo prédio do Banco do Brasil em algumas cidades do Interior também virou motivo de preocupação em função dos casos recentes de assaltos às agências bancárias.
“Se eu for ameaçado, dificilmente procurarei a Procuradoria Geral de Justiça porque a proteção simplesmente não existe”, afirma um promotor com experiência na área criminal em Fortaleza e Maracanaú. “Nunca fui ameaçado, mesmo enfrentando grupos de extermínio. Mas não há, no estado brasileiro, proteção adequada a autoridades ameaçadas. O Estado não tem aparato para isso”.
Insatisfação
Um profissional com atuação no Vale do Jaguaribe diz que, por conta da comoção envolvendo a morte da juíza Patrícia Acioli, assassinada no último dia 11 no Rio de Janeiro, é necessário separar o que realmente é ameaça daquilo que não passa de insatisfações cotidianas ao trabalho do Ministério Público e da Justiça - que vão desde discursos inflamados nas rádios a pronunciamentos de parlamentares. “(As insatisfações) são mais comuns e geralmente sem a conotação de risco efetivo à segurança do promotor. Conheço os casos e colegas, e por isso recomendo a distinção.
Particularmente já sofri com insatisfações quanto à minha atuação, muitos sofreram, mas nunca fui diretamente ameaçado. É preciso falar sobre o assunto de maneira menos apaixonada”, defende.
PASTOR ACUSADO DE COMANDAR QUADRILHA É PREOS
Quatro homens acusados de integrarem quadrilha que planejava assaltar um carro-forte foram presos, ontem, em Pindoretama, a 49 quilômetros de Fortaleza. O líder do grupo é um pastor com mandado de prisão em aberto em São Paulo - por assalto.
Na manhã de ontem, segundo o comandante do destacamento da PM de Pindoretama, sargento Roberto Miler, os policiais receberam denúncia de que os homens, que já haviam sido identificados, preparavam-se para assaltar o carro-forte que chegaria na cidade para abastecer o banco.
A prisão aconteceu quando parte do bando foi abordada em um carro que estava circulando nas proximidades do Banco do Brasil da cidade. Eles trafegavam pela avenida principal no momento em que quatro carros-fortes estacionaram em frente à agência.
Dentro do carro estava um advogado que disse apenas levar os clientes para registrar queixa na delegacia, por conta de coação que o grupo sofreria por parte de policiais.
Além dele estavam o pastor Fábio Cajado da Silva, maranhense, com mandado de prisão em aberto em São Paulo; Diego Bezerra da Silva e Daniel Félix da Costa. O quarto integrante, Rafael Félix da Costa, irmão de Daniel, foi localizado na casa do pastor. Todos foram presos ontem.
Fábio Cajado, que mora na cidade há seis meses, onde abriu uma igreja evangélica, teria alugado duas casas no Centro de Pindoretama, uma para ele e outra para integrantes da quadrilha. A Polícia suspeitou do grupo após denúncias anônimas de que o bando, que era desconhecido na cidade, estaria há um mês realizando compras em valores altos no comércio local.
Conforme Miler, os PMs começaram a observar a movimentação dos rapazes, os identificaram e descobriram o local onde estavam morando, por conta do fluxo de veículos nas casas. No local, foram encontradas rádios de comunicação, veículos e fardamentos. Segundo o titular da Delegacia de Roubos e Furtos, Romério Almeida, o grupo foi autuado em flagrante por formação de quadrilha. O delegado vai investigar possível participação do advogado com o bando.
Na casa do pastor e dos outros integrantes foram encontradas duas motos, dois carros, rádios de comunicação, celulares e fardamentos de frentistas e de uma metalúrgica.A Polícia suspeita que a quadrilha seja integrada por cerca de 20 homens.
O delegado Romério Almeida informou que todos os integrantes presos respondem a crimes como assaltos, homicídios e formação de quadrilha.
O sargento Miler relatou que outros participantes do grupo fugiram em dois carros, logo após a abordagem que resultou na prisão de quatro pessoas.
Na manhã de ontem, segundo o comandante do destacamento da PM de Pindoretama, sargento Roberto Miler, os policiais receberam denúncia de que os homens, que já haviam sido identificados, preparavam-se para assaltar o carro-forte que chegaria na cidade para abastecer o banco.
A prisão aconteceu quando parte do bando foi abordada em um carro que estava circulando nas proximidades do Banco do Brasil da cidade. Eles trafegavam pela avenida principal no momento em que quatro carros-fortes estacionaram em frente à agência.
Dentro do carro estava um advogado que disse apenas levar os clientes para registrar queixa na delegacia, por conta de coação que o grupo sofreria por parte de policiais.
Além dele estavam o pastor Fábio Cajado da Silva, maranhense, com mandado de prisão em aberto em São Paulo; Diego Bezerra da Silva e Daniel Félix da Costa. O quarto integrante, Rafael Félix da Costa, irmão de Daniel, foi localizado na casa do pastor. Todos foram presos ontem.
Fábio Cajado, que mora na cidade há seis meses, onde abriu uma igreja evangélica, teria alugado duas casas no Centro de Pindoretama, uma para ele e outra para integrantes da quadrilha. A Polícia suspeitou do grupo após denúncias anônimas de que o bando, que era desconhecido na cidade, estaria há um mês realizando compras em valores altos no comércio local.
Conforme Miler, os PMs começaram a observar a movimentação dos rapazes, os identificaram e descobriram o local onde estavam morando, por conta do fluxo de veículos nas casas. No local, foram encontradas rádios de comunicação, veículos e fardamentos. Segundo o titular da Delegacia de Roubos e Furtos, Romério Almeida, o grupo foi autuado em flagrante por formação de quadrilha. O delegado vai investigar possível participação do advogado com o bando.
Na casa do pastor e dos outros integrantes foram encontradas duas motos, dois carros, rádios de comunicação, celulares e fardamentos de frentistas e de uma metalúrgica.A Polícia suspeita que a quadrilha seja integrada por cerca de 20 homens.
O delegado Romério Almeida informou que todos os integrantes presos respondem a crimes como assaltos, homicídios e formação de quadrilha.
O sargento Miler relatou que outros participantes do grupo fugiram em dois carros, logo após a abordagem que resultou na prisão de quatro pessoas.
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